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Internação compulsória de dependente químico menor

Internação compulsória de dependente químico menor

A cada dia que passa o consumo de crack aumenta ainda mais, porém o pior de tudo é que os jovens estão se viciando cada vez mais cedo.

A droga mais popular do país e devastadora, muitas vezes passa a entrar na rotina das crianças e adolescentes por diversos motivos, entre eles, a pobreza, abandono, pais viciados, crianças que desde cedo estão expostas aos perigos das ruas e etc. Com esse aumento excessivo do consumo da droga o país cada dia mais está em busca de criar programas que sejam eficientes e acabem com esse problema.

O crack teve inicio nos Estados Unidos na década de 80 e circulava pelos locais mais pobres. A droga surgiu como um subproduto da cocaína, porém mais atual e bem mais potente.

A droga não apenas causa vício, mas também passa a desencadear problemas psíquicos, físicos, além da exposição a contaminações, doenças sexualmente transmissíveis e etc.

A internação compulsória

A internação compulsória é determinada através do Poder Judiciário e possui a avaliação do juiz, sendo assim a justiça toma para si a tutela do dependente e determina todo o processo de internação. Esse tipo de internação é usada caso a pessoa ou o menor de idade esteja correndo risco de vida devido o uso compulsivo das drogas ou por conta de transtornos mentais, sendo assim a internação ocorre independente do paciente estar a favor ou não.

Nesses casos a internação é realizada após os exames médicos comprovando a falta de domínio de suas reações físicas e mentais. O processo acontece através dos médicos e toda uma equipe médica responsável e preparada para lidar com o dependente, principalmente em casos que eles se recusam a aceitar a internação.

Normalmente a abordagem é feita na rua em meio a becos, ruas e na conhecida cracôlandia, principalmente por conta dos casos em maioria ser de extrema importância e necessidade. Nesses casos os pacientes costumam já estar a dias desaparecidos ou morando na rua.

A internação ocorre após 72 horas de aprovada pelo médico e Ministério Público do Estado.

Em casos de menores de idade a medida correta é ir em busca da proteção e do adolescente usuário do crack, assim o médico após os exames poderá
indicar o melhor caso de internação, definindo tempo, local e tipo de tratamento.

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